terça-feira, 18 de maio de 2010
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Hipertexto
Hipertexto
O hipertexto é entendido como meio de informação que existe online. Possuindo uma estrutura composta por blocos de informação interligados, através de links eletrônicos que oferece mais informações e recursos criados pelo autor e pelo leitor que escolhe as ligações de sua preferência. Esses dados ou informações podem estar contidos em textos, sons, imagens, animações bem como facilidades de interação e criações.
Os hipertextos já existiam em meios de ler e escrever aos digitais. Com o hipertexto fica mais fácil sustentar uma continuidade em um “sistema de mídia” ou as reconfigurações nas praticas da leitura e não uma revolução ou uma ruptura na forma dos textos e nas ações do leitor. O hipertexto pode ser auto-contido, estar restrito a uma só maquina, um computador não conectado à rede e, neste caso, suas conexões fazem referência apenas a seus próprios nós. Esses hipertextos são aqueles encontrados em CD-Roms como, por exemplo, o CD-ROM que contém a versão eletrônica do Dicionário Aurélio. Quando o computador estiver conectado à internet terá acesso a fontes variadas de informações que é denominado espaço virtual.
Os sistemas de hipertexto enquanto ferramenta de ensino e aprendizagem facilita a aprendizagem de forma incidental e por meio da descoberta que os alunos participam ativamente de um processo de busca e construção do conhecimento. E para os professores se constituem como recursos importantes para organizar material de diferentes disciplinas ministradas simultaneamente e recompor colaborações preciosas entre diferentes turmas de alunos.
O hipertexto é entendido como meio de informação que existe online. Possuindo uma estrutura composta por blocos de informação interligados, através de links eletrônicos que oferece mais informações e recursos criados pelo autor e pelo leitor que escolhe as ligações de sua preferência. Esses dados ou informações podem estar contidos em textos, sons, imagens, animações bem como facilidades de interação e criações.
Os hipertextos já existiam em meios de ler e escrever aos digitais. Com o hipertexto fica mais fácil sustentar uma continuidade em um “sistema de mídia” ou as reconfigurações nas praticas da leitura e não uma revolução ou uma ruptura na forma dos textos e nas ações do leitor. O hipertexto pode ser auto-contido, estar restrito a uma só maquina, um computador não conectado à rede e, neste caso, suas conexões fazem referência apenas a seus próprios nós. Esses hipertextos são aqueles encontrados em CD-Roms como, por exemplo, o CD-ROM que contém a versão eletrônica do Dicionário Aurélio. Quando o computador estiver conectado à internet terá acesso a fontes variadas de informações que é denominado espaço virtual.
Os sistemas de hipertexto enquanto ferramenta de ensino e aprendizagem facilita a aprendizagem de forma incidental e por meio da descoberta que os alunos participam ativamente de um processo de busca e construção do conhecimento. E para os professores se constituem como recursos importantes para organizar material de diferentes disciplinas ministradas simultaneamente e recompor colaborações preciosas entre diferentes turmas de alunos.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Inclusão escolar e deficiência mental: análise da interação social entre companheiros
A integração dos portadores de deficiências tem sido a proposta norteadora e dominante na Educação Especial, direcionando programas e políticas educacionais e de reabilitação em vários países, incluindo-se o Brasil (Cardoso, 1992; Carvalho, 1994; Glat, 1998; Mantoan, 1997).
Historicamente, a proposta de integração escolar foi elaborada em 1972, na Educação Especial, por um grupo de profissionais da Escandinávia, liderados por Wolfensberger, na forma do chamado princípio de normalização. Este princípio apregoa que todas as pessoas portadoras de deficiências têm o direito de usufruir de condições de vida o mais comum ou "normal" possível, na sociedade em que vivem. Dito de outra forma, normalizar não quer dizer tornar normal, significa dar à pessoa oportunidades, garantindo seu direito de ser diferente e de ter suas necessidades reconhecidas e atendidas pela sociedade.
Historicamente, a proposta de integração escolar foi elaborada em 1972, na Educação Especial, por um grupo de profissionais da Escandinávia, liderados por Wolfensberger, na forma do chamado princípio de normalização. Este princípio apregoa que todas as pessoas portadoras de deficiências têm o direito de usufruir de condições de vida o mais comum ou "normal" possível, na sociedade em que vivem. Dito de outra forma, normalizar não quer dizer tornar normal, significa dar à pessoa oportunidades, garantindo seu direito de ser diferente e de ter suas necessidades reconhecidas e atendidas pela sociedade.
Sônia Regina Fiorim Enumo**
Universidade Federal do Espírito Santo
Universidade Federal do Espírito Santo
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